domingo, 16 de junho de 2013

abordagem,método e tecnica

Tradução [1]
Andreza J.  Meireles
Vânia M. Albuquerque Rodrigues
José Carlos Paes de Almeida Filho
Universidade de Brasília-UnB

Durante anos, professores de línguas adotaram, adaptaram, inventaram e desenvolveram uma desnorteadora variedade de termos para descrever as atividades nas quais eles se engajam e as crenças que possuem.  Sendo alguém envolvido com o ensino de inglês como língua estrangeira por quase vinte anos, às vezes me sinto sobrecarregado com a sobreposição de terminologias que permeiam essa área. Falamos e escrevemos sobre a abordagem áudio-oral e o método áudio-lingual; a abordagem da tradução; o método direto; o método de mímica e memorização (mim-mem); técnica de prática de padrões; método gramatical e até mesmo método natural ou “método da natureza” da pedagogia do ensino de línguas. Todavia, para o meu próprio trabalho, achei necessário e frutífero impor uma sistematização aos três termos no léxico do ensino de línguas. Talvez seja útil que os leitores da área de ensino/aprendizagem da língua inglesa (ELI) considerem essas três novas definições.
Pode se constituir num empreendimento vantajoso tentar limitar o uso de alguns termos quando nos referimos profissionalmente a conceitos ligados ao ensino de línguas. Assim, se ao discordarmos sobre formas de ensinar línguas pudermos nos referir a um quadro sobre o qual temos concordância, e focarmos claramente as distinções entre pontos de vista poderemos, então, ser capazes de determinar em quais áreas os defensores de vários sistemas de ensino de línguas empregam os mesmos termos diferentemente e onde nós usamos uma terminologia diferenciada em situações que são essencialmente as mesmas. Nós poderemos também descobrir que  professores de línguas não os diferenciam tanto quanto até agora se supôs.  Conseqüentemente, as definições abaixo são apresentadas como um sistema de complemento pedagógico dentro do qual, muitas idéias, opostas ou compatíveis, poderão ser guardadas.
A tríade de termos que estou tentando reposicionar no esquema de definições é composto de abordagem, método e técnica. A organização é hierárquica. A razão para esta organização é que as técnicas executam um método que é consistente com umaabordagem. As definições são oferecidas com alguma modéstia – existem muitos caminhos para o Nirvana, e esta certamente não é a única rota. Nem todos os aspectos do ensino de línguas foram mencionados nesta estrutura. É bem possível que modificações e melhorias sejam ainda bem-vindas mais adiante.
Primeiramente, vamos tomar o termo abordagem. Vejo uma abordagem, qualquer abordagem, como um conjunto de pressupostos correlacionados tratando da natureza da língua e da natureza do ensino e do aprendizado de línguas.  Tal abordagem é axiomática e descreve a natureza do assunto a ser ensinado. Ela afirma um ponto de vista, uma filosofia, uma fé – algo no qual alguém acredita, mas que não necessariamente pode provar. Freqüentemente ela é indiscutível, exceto quanto à eficácia dos métodos que surgem dela.
Deixem-me ilustrar citando pontos essenciais da abordagem áudio-oral como eu a vejo. A intenção não é a de defender esses referentes detalhadamente agora, mas somente exemplificar o significado de abordagem. Segue aqui uma lista de pressupostos lingüísticos:
  1. Uma língua é humana, áudio-oral e simbolicamente significativa.
  2. Toda língua é estruturada de maneira única. Isto também pode ser colocado negativamente: duas línguas nunca serão estruturadas igualmente.
  3. A estrutura da língua pode ser descoberta e descrita útil e sistematicamente ainda que tais descrições possam se diferenciar em vários níveis e para vários propósitos.
Se a língua for aceita como áudio-oral, um corolário óbvio dessas suposições é o de que a escrita é uma manifestação secundária e fundamentalmente baseada na fala.  No entanto, preciso dizer imediatamente que esta não é necessariamente uma afirmação da importância relativa da fala e da escrita. Pode-se, certamente, argumentar que a escrita é geralmente mais deliberada e cuidadosa do que a fala, e sempre mais permanente do que a última, tornando-a, portanto, mais importante.
O segundo tipo de pressuposição – aqueles relacionados com o ensino/aprendizagem da língua – toma a forma de duas afirmações prioritárias; uma afirmação de procedimento, e uma de comparação, todas resultantes de pressupostos lingüísticos.
1. Manifestações primárias (os aspectos áudio-orais) devem ser ensinadas antes das secundárias (leitura e escrita). A compreensão da linguagem oral é ensinada mais eficientemente antes da produção oral, e é de fato o primeiro passo em direção à produção.
2.  As manifestações secundárias (os aspectos de leitura e escrita) devem ser ensinadas na ordem estabelecida, uma vez que os símbolos gráficos devem ser vistos antes de serem produzidos, assim a leitura, de certa forma, é realmente o primeiro passo para se aprender a escrever.
3. Outros usos da língua – terciários nesse esquema – tais como manifestações literárias e artísticas, pedagogicamente também seguem a ordem recepção/produção. Talvez seja questionado se alunos estrangeiros de inglês devam ser instruídos na produção de inglês literário.
4. Nossa suposição de procedimento afirma que (a) línguas são hábitos, (b) hábitos são estabelecidos por repetição, e (c) línguas devem ser ensinadas a partir de algum tipo de repetição. 
5. Uma suposição que não é sempre aceita, e sobre a qual há atualmente muita discussão, gira em torno da utilidade da comparação bilíngüe: conforme já dissemos, cada língua é estruturada de forma singular. Logo, é benéfico comparar a língua do aprendiz com a língua-alvo para isolar aqueles aspectos da língua-alvo que podem ser prognosticados, com certo grau de precisão, como causadores de problemas para o aprendiz.
Vamos então para nossa segunda definição – a de método.  O método é um plano global para a apresentação ordenada do material de linguagem. Nenhuma parte dele contradiz e ele se baseia na abordagem selecionada. A abordagem é axiomática, ométodo é procedimental.
Dentro de uma abordagem pode haver muitos métodos. Vários fatores influenciam a apresentação ordenada da língua aos alunos. A ordem será influenciada pela natureza da língua do aluno comparada ao inglês. Ensinar inglês a falantes de chinês é metodologicamente distinto. A idade do aluno, sua bagagem cultural e sua experiência prévia com o inglês modificam o método empregado.  A experiência do professor e seu nível de domínio da língua inglesa são significativos. Deve-se levar em conta se o objetivo do curso é a leitura, a fluência na fala ou a assimilação de técnicas de tradução. Todos esses fatores modelam a metodologia.  Importa também saber qual é a importância da língua inglesa no currículo do aluno e o tempo disponível para o seu estudo.
Conforme pudemos ver acima, os livros didáticos deveriam ser escritos dentro de certas demarcações metodológicas.
Talvez valha a pena comparar rapidamente dois métodos que partilham uma mesma abordagem. A abordagem, mais uma vez, é a áudio-oral. Os métodos são freqüentemente chamados de mim-mem (mímica e memorização) e de prática de padrões. Ambos compartilham o mesmo fator ‘objetivos’: visam à produção oral automática associada à habilidade de compreensão do fluxo do discurso. Cada um deles funciona melhor no formato de curso intensivo. Ambos são principalmente voltados a adultos e nenhum dele por si  mesmo pressupõe experiência prévia de aprendizagem. Contudo, a ordem de apresentação se diferencia.
O método mim-mem (ou seja, de mímica e memorização) começa com uma dada situação – talvez com cumprimentos, ou comida e refeições ou ainda como conseguir um quarto num hotel. O estudante deve imitar o falante nativo, real ou gravado, e se lembrar de um grande número de frases que sejam úteis à situação. Das frases memorizadas são retiradas certas estruturas, fonológicas e gramaticais, para que se tornem focos de ênfase e de exercícios de repetição (drills). A escolha dessas estruturas depende idealmente do resultado de descrição e análise bilíngües. Não há nada no método da mímica e memorização que contradiga os pressupostos que compõem a abordagem áudio-oral.
Por outro lado, o método da prática de padrões idealmente utiliza a comparação bilíngüe desde o princípio, começando com estruturas gramaticais e fonológicas escolhidas a partir dos resultados da comparação de pontos entre as duas línguas. Essas estruturas são repetidas e desenvolvidas numa situação através da adição de itens lexicais. Mais uma vez, não há nada aqui que contradiga a abordagem áudio-oral. Ambos os métodos têm sido utilizados com sucesso. Ambos se apóiam na mesma abordagem, apesar de cada um ostentar características distintivas.
O último termo a ser discutido é técnica. Uma técnica é algo que se implementa – é aquilo que de fato acontece na sala de aula. É um truque específico, um estratagema ou um artifício utilizado para se atingir um objetivo imediato. As técnicas devem ser consistentes com um método e, por conseguinte, estar em harmonia com uma abordagem.
As técnicas dependem do professor, da sua perícia individual e da composição da turma. Problemas específicos podem ser atacados com o mesmo sucesso mediante o uso de técnicas distintas. Por exemplo, ao ensinar a diferença na pronúncia do /l/ e do /r/ do inglês a alguns alunos orientais, os professores às vezes conseguem bons resultados ao pedir simplesmente imitação. Se a imitação falhar, uma outra técnica requererá o uso de um lápis na boca para evitar que a língua do aprendiz toque a parte da frente do céu da boca, inibindo, assim, a pronúncia do /l/. Um outro professor, ou até o mesmo professor em outro momento, pode recorrer a um desenho ou quadro ilustrativo do aparelho fonador humano.
Quando visitantes observam uma aula, o que eles predominantemente vêem são técnicas. Os professores quase sempre não se sentem à vontade na presença de observadores, temendo uma má interpretação de suas aulas. Na minha visão, isto se origina de uma confusão entre técnicas e método. A eficácia de uma técnica em particular deve ser considerada em relação a um método. Uma técnica específica pode ser utilizada erroneamente no andamento de um curso por estar fora da ordem exigida pelo método. Mais adiante no andamento da aula, ela poderá se mostrar totalmente acertada.
Gravadores e toca-fitas de laboratório são técnicas. As máquinas de ensino/aprendizagem recentemente tornadas populares são técnicas. O circuito fechado de tevê do Instituto de Língua Inglesa da Universidade de Michigan é uma técnica. E até mesmo o avião que vagarosamente sobrevoa em círculos o meio-oeste estadunidense transmitindo sinais de tevê educativa é, por essa classificação, uma técnica quadrimotor.
Recentemente as máquinas têm recebido muita atenção. Muitas alegações têm sido feitas a favor de sua eficácia no ensino de línguas.  De fato, elas são de grande valia, mas seu valor depende do método e da abordagem. O fator operante no uso dos laboratórios de línguas não se deve ao número de cabines nem à modernidade dos equipamentos eletrônicos, mas 
sim
 ao tipo de abordagem adotado e ao método que o equipamento executa. Uma máquina de ensino/aprendizagem, por mais complexa que seja, é uma técnica. Os princípios de incremento gradual de fatores de aprendizagem estão na esfera da abordagem e o programa em si desenvolvido num curso descreve o método.

Espera-se que os três termos aqui focalizados, isto é, técnica, método e abordagem, redefinidos e empregados de acordo com as noções ampliadas descritas acima, sirvam para diminuir um pouco a confusão terminológica existente na área de ensino de línguas. Comentários e críticas relativas ao uso dos referidos termos serão bem recebidos por este autor.

Edward M. Anthony foi chefe do Departamento de Linguística Geral e diretor do Instituto de Língua Inglesa da Universidade de Pittsburgh na costa leste dos Estados Unidos.  Ele escrevia a partir de uma bagagem rica de experiências como professor consultor e gestor de vários programas e organismos voltados para o ensino de inglês como segunda língua ou língua estrangeira nos Estados Unidos da América e em outros países. O Dr Anthony esteve, por duas décadas, atrelado ao desenvolvimento de programas de língua inglesa na Tailândia, Afeganistão e Japão.  No início da década de 70, o Prof. Anthony serviu como coordenador do Projeto para a Melhoria do Ensino de Inglês nas universidades tailandesas.  O Professor Anthony desempenhou papel de protagonismo no movimento TESOL (Teachers of English to Speakers of Other Languages - Professores de Inglês a Falantes de Outras Línguas), que ele fundou oficialmente em 1966.



[1] Nota da tradução: Este artigo seminal foi originalmente publicado por Edward M. Anthony na revista English Language Teaching (ELT), vol. 17 (p. 63-67), 1963.  Mantivemos os grifos originalmente feitos pelo autor assim como a organização do texto. Permissão para publicação concedida por Journals Permissions/Oxford Journals através da ordem < Ref:/FP/260501/Filho/ELT Ref:/MI/230501/Filho/Jur> obtida em 01/06/2010.
[3] Note-se que nenhuma afirmação é feita a respeito do tamanho da porção da língua falada que deve ser apresentada antes que a produção oral comece.
[4] Ordem estabelecida pelo autor no documento original.
[5] Comentário inserido pela equipe de tradutores.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Alfabeto Fonético

Alfabeto Fonético

Pouco estudado na escola, mas sempre presente, mesmo que, muitas vezes, não seja percebido e, até mesmo, entendido em um primeiro momento, o alfabeto fonético é visto como de suma importância para linguistas, tradutores, fonoaudiólogos e professores de idiomas estrangeiros. Mas, o que é alfabeto fonético?  Ele é um sistema de símbolos que tem o objetivo de representar foneticamente as palavras escritas em qualquer idioma.
Em outras palavras, é possível dizer que o alfabeto fonético é um código usado internacionalmente com o intuito de saber a pronúncia correta das palavras. Existem três diferentes alfabetos fonéticos atualmente, são eles o alfabeto fonético internacional, o radiotelefônico e o da OTAN – Organização do Tratado do Atlântico Norte.

Diferença entre o alfabeto fonético e o de soletração

Enquanto o alfabeto radiofônico é um alfabeto de soletração, o qual define para cada palavra uma palavra-chave que vai auxiliar na hora de enviar uma mensagem de voz, por rádio ou telefone, e o alfabeto fonético da OTAN é o mais utilizado nesta modalidade, o internacional é, entre os alfabetos fonéticos, o que permite a qualquer pessoa entender e reproduzir qualquer língua. Para entender melhor a aplicação e o que é alfabeto fonético, basta recordar das letras que ficam entre colchetes ao lado de uma palavra no dicionário, principalmente, nos de língua estrangeira.
Apesar de nem sempre as pessoas saberem o porquê de existir esse conjunto de símbolos nos dicionários, que nem sempre é formado apenas por letras do alfabeto português, essa expressão vai ajudar para que a pessoa saiba falar a palavra que está escrita. Quem não conhece o significado dos símbolos não precisa se preocupar, pois um índice no início do dicionário costuma mostrar a que letra se refere cada símbolo. Além disso, alguns desses símbolos servem também para que a pessoa saiba qual a sílaba tônica, ou seja, para entender a entonação da palavra e, assim, poder falá-la de maneira correta.
Já os alfabetos radiotelefônicos ou de soletração, sendo que o da OTAN é o mais disseminado, que usam palavras chaves para cada letra, como alpha para A, bravo para B, são geralmente confundidos com o alfabeto fonético internacional. De qualquer forma, também são muito utilizados para facilitar a comunicação, evitando possíveis erros quando as mensagens são enviadas apenas de maneira falada. O primeiro alfabeto de soletração foi criado pela Organização de Aviação Civil Internacional.

História do alfabeto fonético

Por mais que no início pareça muito difícil tudo isso, um pouco de estudo já é o suficiente para facilitar em muito o uso desta ferramenta, permitindo o entendimento sobre o que é alfabeto fonético. Esse sistema é bastante antigo, sendo que a sua criação data do ano de 1886, quando o linguista francês Paul Passy liderou um conjunto de professores da França e da Inglaterra, que formou a Associação Fonética Internacional.
Muitas mudanças ocorreram de lá para cá e hoje, diferente do que ocorreu nos primeiros anos após a criação do alfabeto fonético internacional, existe uma uniformização em todos os idiomas, que foi criada em 1888. Depois disso, ocorreram algumas revisões, acrescentando ou eliminando símbolos, sempre com o intuito de facilitar o seu uso. A última revisão ocorreu em 2005.

Como se constitui o alfabeto fonético

Para representar as letras, a maioria dos símbolos se refere ao alfabeto romano ou de uma língua derivada dele. Porém, existem símbolos que se referem ao alfabeto grego e outras que não pertencem a nenhum alfabeto. Atualmente, o alfabeto fonético internacional conta com 107 letras e símbolos para indicar como a palavra deve ser pronunciada. Além de profissionais que trabalham diretamente com a questão linguística, atores e cantores também podem se valer do alfabeto fonético, assim como qualquer pessoa com interesse na área.

by: alfabeto fonêtico

Alfabeto Fonético Brasileiro

Alfabeto Fonético Brasileiro

O alfabeto fonético é um sistema de letras, algumas não existentes na Língua Portuguesa, assemelhando-se mais a sinais para os brasileiros, que facilita a leitura de uma palavra em qualquer idioma. Existe apenas um alfabeto fonético no mundo inteiro, que foi definido e de tempos em tempos é revisado pela Associação Fonética Internacional – AFI. Desta forma, não foi criado um alfabeto fonético da Língua Portuguesa.
Nos dicionários de língua estrangeira, após a palavra estar escrita em português, aparece entre colchetes a sua forma fonética, ou seja, como ela é falada na Língua Portuguesa, sendo utilizado, para tanto, o alfabeto fonético internacional. O mesmo acontece com todos os outros idiomas, assim, depois de entender qual é o som referente a cada letra do alfabeto fonético internacional, qualquer pessoa poderá pronunciar uma palavra em outro idioma.
Em outras palavras, o alfabeto fonético nacional é o usado também em qualquer outra parte do mundo, uma vez que, o que se pretende com isso, é padronizar o alfabeto fonético para que se possa utilizá-lo em qualquer país. Nele, existem muitas letras que também estão presentes na Língua Portuguesa, assim, quem deseja aprendê-lo precisa apenas saber como se pronuncia o som de letras que não são comuns para os brasileiros. Nas primeiras páginas dos dicionários de língua estrangeira é comum aparecer um índice no qual a pessoa possa se basear na hora de falar cada sílaba, pois desta forma, ela saberá a maneira que se pronuncia cada letra, não apenas o seu som, mas a forma correta, como entonação também.

Alfabeto de soletração ou radiotelefônico usado no Brasil

Além do alfabeto fonético, existe o alfabeto radiotelefônico ou de soletração. Para esse sim, existe um padrão brasileiro. No entanto, muitas pessoas o chamam de alfabeto fonético nacional, apesar de não ser a forma correta de denominá-lo.
Apesar dele se basear no alfabeto fonético da OTAN, que é o alfabeto de soletração mais usado em todos os lugares, o alfabeto fonético da Língua Portuguesa é uma maneira “aportuguesa” que se criou para utilizar o alfabeto fonético da OTAN. Esse alfabeto pode ser usado por qualquer pessoa que deseja ter uma comunicação com mais sucesso ao usar o telefone ou o rádio para transmitir mensagens, pois cada letra possui uma palavra que a define. Assim, ao invés da pessoa dizer a letra, o transmissor fala a palavra, sendo que essa técnica evita que se façam trocas ou confusões no momento de transmitir uma mensagem.
No entanto, quem costuma fazer uso do alfabeto de soletração é a aeronáutica, a marinha e o exercito dos países. No Brasil, por exemplo, o alfabeto radiotelefônico é informalmente chamado de "alfabeto Zulu" na aeronáutica brasileira. Isso, provavelmente, se deve ao fato de que a última letra do alfabeto fonético da OTAN, no qual se baseia o brasileiro, é o Z, que  é definido pela palavra Zulu.

Palavras referentes às letras do alfabeto de soletração

Assim, atualmente, as palavras que se referem a cada letra do alfabeto radiotelefônico da Língua Portuguesa são as seguintes: A = Alfa, B = Bravo, C = Charlie, D = Delta, E = Echo, F = Foxtrot, G = Golf, H = Hotel, I = Índia, J = Juliett, K = Kilo, L = Lima, M = Mike, N = November, O = Oscar, P = Papa, Q = Quebec, R = Romeo, S = Sierra, T = Tango, U = Uniform, V = Victor, W = Whisky, X = X-ray, Y = Yankee e Z = Zulu.

Palavras referentes aos números do alfabeto radiotelefônico

O alfabeto de soletração também possui uma parte destinada aos números, que segue a mesma lógica. Assim, a forma como se soletra cada número é a seguinte: 0 = zero, 1 = uno (uma), 2 = dois (duas), 3 = três, 4 = quatro, 5 = cinco, 6 = meia, 7 = sete, 8 = oito e 9 = nove.
Por não ser, ainda, um assunto de domínio público, é comum encontrar, principalmente, na Internet sites que fazem confusão entre o alfabeto fonético e o alfabeto radiotelefônico ou o de soletração. No entanto, ambos possuem objetivos semelhantes, que são os de facilitar a comunicação e diminuir possíveis erros na troca de informações.

by: alfabeto fonêtico

Alfabeto Fonético Inglês

Alfabeto Fonético Inglês

Aproximadamente 24% dos brasileiros falam o inglês fluentemente, apontam algumas estatísticas, baseadas em estudos no país. Mesmo sendo, relativamente, um número bastante baixo, é comum as pessoas conhecerem muitas outras que fazem ou já fizeram um curso de inglês. É claro que entre falar fluentemente e ter feito um curso há muitas diferenças e uma delas pode ser, inclusive, a dificuldade na pronunciação, bem como o fato de o estudante não praticar muito e depois acabar esquecendo tudo o que aprendeu.
De qualquer forma, hoje em dia, fala-se muito da importância do conhecimento do idioma inglês, por mais que tenha crescido a necessidade do conhecimento de outras línguas, é a língua inglesa que, ainda, é muito importante em termos profissionais, principalmente. Isso é visto a todo o momento, inclusive, quando se preenche um currículo virtual, onde a primeira opção como língua estrangeira que se domina é o inglês.

Como pronunciar melhor a língua inglesa

Para as pessoas que possuem a dificuldade em falar esse idioma, uma alternativa barata e ao alcance de todos é fazer uso do alfabeto fonético. Caso a pessoa que deseja falar bem o inglês já tenha um dicionário da língua inglesa em casa, essa alternativa vai sair de graça, uma vez que o alfabeto fonético está no próprio dicionário.
Com ele, a pessoa interessada vai aprender a pronuncia em inglês correta de todas as palavras. O alfabeto fonético Inglês, que na realidade é o mesmo utilizado em qualquer outra parte do mundo e, por isso, recebe o nome de alfabeto fonético internacional, é um sistema de letras e símbolos que vai mostrar como se fala corretamente qualquer língua, inclusive, o alfabeto inglês.
Para saber como é o som de cada letra e símbolo é muito fácil, basta olhar no início do dicionário, que exibe uma lista do som que deve ser emitido para cada caractere. Na realidade, todos eles são letras, muitas delas conhecidas pelos brasileiros, no entanto, há outras letras que se referem a outros idiomas, e as quais serão os necessários aprender o seu som, já que as letras que existem na Língua Portuguesa a pessoa já vai saber como se pronuncia.
O alfabeto fonético internacional possui cerca de 100 símbolos, no entanto, o mais comum nos dicionários de língua estrangeira é o uso de somente 44 destes símbolos para representar os sons dos verbetes. No caso do alfabeto inglês, existem alguns sons que não existem na língua portuguesa, entre eles, os mais comuns são o [ii] –que é pronunciado como um “i” longo, quase repetido; o [th] –idêntico ao som do “s” com a língua entre os dentes; e o [dh] – é um “d” com a língua também entre os dentes.

Alfabeto fonético para evitar erros comuns ao falar o inglês

Com essas dicas já se torna muito mais fácil entender o alfabeto fonético Inglês e fazer a pronuncia em inglês correta das palavras. Já que a língua inglesa não é o idioma dos brasileiros, é bastante comum que se façam confusões durante o aprendizado da nova língua, inclusive em relação às palavras menos usuais. Alguns erros são mais comuns, entre eles, em palavras como “engine” e “management”.
É comum que as pessoas digam “enjaine” e “maneigemente”, respectivamente, sendo que o certo é falar “engine” com a primeira letra “e” mais enfatizada e com o “g”com som de “dj”, o que seria pronunciado como “endjin”. Já a palavra management é pronunciada como “maenidjment”. No alfabeto fonético elas são escritas da seguinte forma: Engine = /’en.dgin/ e Management = /’mæn.ida.mant/. Além disso, o símbolo (‘) designa a sílaba tônica da palavra.

Alfabeto fonético e os demais idiomas

Além do alfabeto fonético internacional ser considerado uma alternativa de estudo para quem deseja aprender o inglês, essa ferramenta é útil no aprendizado de qualquer outro idioma, como o espanhol, o francês, o alemão, entre tantos outros. Também é muito necessária, inclusive, para falar corretamente o português de Portugal, que apesar de bastante semelhante ao português do Brasil, o que, em geral, costuma ser diferente, é a entonação que se dá às palavras.
Desta forma, quem estiver sem dinheiro para investir num curso de idiomas, ou mesmo quem deseja aprender outra língua mais por hobby do que por necessidade, pode ser um autodidata e se basear no alfabeto fonético. Ao menos, em termos de pronunciação, é extremamente importante para não errar na hora de se comunicar verbalmente.

by: alfabeto fonêtico

quinta-feira, 30 de maio de 2013

let´s go to world cup!!!!!!

 (dialogue either officer and a tourist)

excuse me, i´m lost

excuse me,officer. i guess i´m lost.(tourist)

maybe i can help you, miss.(officer)

sure. how can get to a restaurant?(tourist)

go to blocks, then turn right on the avenue.. go straight ahead until you get to balboa avenue. there is a chinese restaurant right there on the left.(officer)

and is there a bank near here?(tourist)

yes, there is on geary boulevard. it´s beside the movie theater.(officer)

ok. is there any snack bar next to this bank?(tourist)

well, there are three fast food restaurant in the neighborhood:
macdonald´s, tokyo stop, and copper penny. they´re good and cheap.(officer)

ok. officer. thanks a lot for your help. bye.(tourist)

you´re welcome. take care.(officer)

let´s go to world cup!!! have a nice study..

by: Rangel Macedo